Take it or leave it? Well...

Estou desistindo do Rio.
Nunca gostei daqui, mas é onde eu nasci e sempre vi como um lugar pra se voltar. Será mesmo?
O fato de ter algo na cidade/estado não implica no fato de eu ter de morar aqui e o fato de eu ter todos os tipos de amigos não implica que eu goste de vários ambientes.
Confesso que é no Rio que meu lado humano aflora, pois gostaria de fazer o que um infeliz pedante chamou de “Assistencialismo”, mas também não acredito que a cidade/estado vá evoluir só por causa de dois eventos mundiais  que ocorrerão daqui há  quase uma década.
Quero sair do Rio, sim... Mas não pelos motivos dados por uma amiga minha, que é euroentusiasta ou pelos de minha mulher, que odeia grandes cidades como o Rio. Sou cosmopolita, sem delírios. Penso numa evolução merecida, em sair de uma zona de guerra e não precisar mais ouvir tiros nem ter cuidado na rua, onde evito a todo custo de andar com relógios, celulares mais caros e aparelhos eletrônicos. Preciso da paz de saber que minha casa nunca será roubada, me obrigando e que por isso, não serei obrigado a recomeçar tudo do zero mais uma vez.
Sei que tem pessoas maravilhosas e bem-intencionadas lutando por suas vidas da maneira que conseguem nos lugares que temo e quero evitar, mas também sei que é o meu direito querer olhar pra cima e não para baixo.
Eu mereço mais! E esta não é uma frase soberba, principalmente pode ser de alguém cansado de “dar murro em ponta de faca”. Se a felicidade existe, buscá-la é um direito. A menos que você sofra de “Síndrome de Estocolmo” e tenha um algoz extremamente competente nas funções extracurriculares.
Cada um tem conceitos bem pessoais do que é “certo”. Este é o meu. Se incomoda, não posso fazer nada. Alguns também me incomodam e eu tenho de entrar mudo e sair calado. É a minha vida pessoal, o único cômodo da casa que não aceita intrometidos.
Não pretendo romper os poucos laços de amizade que tenho, mas também sei que todos estão tão pulverizados que podemos até nos tornar vizinhos de alguns.
É só uma questão de tempo.
Rio? Já deu!

posted under | 0 Comments

Eu não tenho postura...

Tai uma coisa que você ouve e fica puto, mas de quem veio me controlei pra não rir.Cabeça de cliente e bunda de bebê são os dois maiores mistérios da natureza.
O curioso, é que dias antes eu parei pra conversar sobre o código de vestuário.  Formatei minha imagem para lidar com artistas e com clientes da classe média baixa. Preciso transitar em diversos ambientes sem ser assaltado ou confundido com qualquer outra coisa. E esse é o ponto que certas pessoas não entendem. Mesmo aqueles que teriam a obrigação de fazer desse estudo um hábito diário.
Quem é o seu cliente, em que ambiente ele vive e como você pode deixá-lo mais a vontade com você? Já pensou nisso? Se o cara vai pagar as tuas contas... Claro, alguns não merecem essa consideração, mas você vai dar mesmo assim.
Suas roupas podem te tornar completamente acessível ou antipático ao ambiente fazendo com que  muitas incursões não rendam.  E é essa diferença entre o popular e o desastre de mídia que algumas pessoas não entendem. 
Você precisa saber o que vestir e aonde. Se você quer chamar atenção ou passar despercebido. Se aquele público rende mais com alguém próximo ou se a empáfia vai gerar melhor resultado.
Existem lugares em que você rende mais indo de Armani ou La Croix, entretanto, em outros, se você for simplesmente limpo, mas popular terá total aceitação da pessoa, que se sentirá mais a vontade e próximo de alguém “comum” do que com um engravatado presunçoso. Intimida o seu público alvo. Claro, se você chamar mais atenção do que pretende, só ególatras e alpinistas sociais vão se aproximar.
 Se este for o seu público, parabéns!  Você conseguiu o que queria.
Da mesma forma que você precisa adaptar sua linguagem ao público. Num país de semianalfabetos, você precisa dominar a linguagem oral. Dedique  parte de sua pesquisa de marketing pessoal a isso. Se eles não entenderem sua linguagem não vai ter roupa de pobre que te salve. Se adequar ao público é uma arte que poucas pessoas praticam por ainda estarem presas a conceitos antiquados.  
Sabe o que é divertido? As pessoas falam muito de terno. Ele deve ser seu curinga, relegado apenas a situações específicas. O Eike Batista não usa terno o tempo todo, caceta! O “fato” (terno) foi uniforme de adultos e crianças ricas e pobres até os anos 40/50, a imagem ficou na cabeça de nossas avós que passaram para nossos pais, que deram a descarga e tudo caiu na nossa cabeça.
No mundo moderno, cada grupo tem seu código de vestimenta. E você é obrigado a criar um termo médio entre você e eles se quiser transitar naquele núcleo. Ainda mais se você quiser desaparecer na multidão e compreender o padrão local. Você precisa despir do ego e da imposição cultural.
Seja um camaleão, camufle-se e aproveite tudo que todos os mundos têm pra te oferecer ou cometa um belo erro de paralaxe e só faça contatos entre aqueles que considerar seus pares só para descobrir que somos todos diferentes.
Se a pessoa que me disse isso tivesse entendido que me formatei para lidar com ele e para me tornar mais acessível ao mundo em que ele transitava e às vaidades dele teria deixado essa passar em branco.

posted under | 0 Comments

Alucinações urbanas

Tem coisas que só acontecem, você não precisa acreditar.
Estava voltando da casa de um casal de amigos numa Kombi apertada e morrendo de dor depois de um dia que começou complicado. Dor, muita dor! Ao lado, na frente e em todos os lugares, um garoto sem educação gritava. Na minha frente, ela. Confesso que não prestei muita atenção nela. Dor, enjoos e como sempre... Perdido.
É vergonhoso ser o andarilho que se perde, mas sou o perdido sortudo. Dizem por ai que negro é a minha cor. Negro como as asas da graúna.  Uma frase batida, mas sincera, um sorriso, um pequeno Oasis de simpatia.
“Como é bom ver um carioca simpático.” – Comentei sorrindo – “Obrigado”.
Outro sorriso. Poderia significar uma ou outra coisa, mas confesso que pra mim, era só a saída dali. Ficar “desperdido” graças à carioca simpática.
Tem coisas que só acontecem nos subúrbios onde as pessoas não tem a frieza das grandes cidades. Gente que sempre me surpreende por ser mais evoluída que eu. Não é que ela me fez companhia?
 “Olha...” – Disse sorridente enquanto atravessava uma pista perigosíssima para me levar ao metrô – “Eu moro aqui, mas vou te levar lá porque é sempre bom ajudar alguém”.
E foi o que ela fez. Falamos sobre ratos, baratas que fogem tanto das mulheres quanto as mulheres delas e nos despedimos.
E depois disso, virou só mais uma lembrança.
Uma alucinação urbana. 

posted under | 0 Comments

Ainda na linha de transmissões “R.I.P”...

Ainda na linha de transmissões “R.I.P”...

Estou vendo o “Saia Justa”. O programa, exibido em 2008 é um crossover com o Manhattan Connection.

Particularmente não gostava do programa, mas nada que justifique uma demissão por telefone. Respeito é algo que se perdeu no Brasil do final do primeiro milênio e no segundo, estamos procurando nos lugares errados.

O programa veio no rastro de Sex and The City e nos diferentes formatos apresentou diferentes questionamentos pertinentes não apenas ao universo feminino. Mesmo no derradeiro, onde as quatro apresentadoras pareciam turistas da realidade de tão doidas. Se bem que apesar da alta percepção, a pessoa que me disse essa frase se acharia na bancada do programa.

Num momento em que a simplificação do Fox Life demonstra um regresso aos valores dos anos 50/ 60, com programas dedicados à mulher que cozinha e precisa satisfazer ao marido apesar de ter uma segunda jornada, ginocratas histéricas não emplacam. São lembranças de um momento social mais atribulado e permissivo. Fantasmas de uma máquina que depende tanto do público quanto dos conceitos que os donos das mídias quiserem pulverizar neste ou naquele momento.

Transgressões a parte, a grande verdade é que se você parar pra ler as colunas femininas, as perguntas continuam as mesmas. Apesar de todo o bombardeio pseudo libertário, a base permanece. As dúvidas de sempre ganham um plus, pois as mulheres estão apinhadas de informações que sequer compreendem e tentam lidar com elas da melhor maneira possível. Em meio a tantas sanções, a nova mulher não tem identidade definida, perdida entre a histeria pós menopausa do “Saia Justa”, a “Cozinha Maravilhosa de Ofélia” e a Preta Gil.
Existe uma grande diferença entre querer e poder, que se perde nas entrelinhas das “pimentas' dessa sopa: O erotismo. Servido tanto como paliativo quanto como Prozac social, ele – em suas diferentes formas – ganha cada vez mais espaço numa mídia que jamais o assumirá como bandeira. Vide a Preta Gil, que apresenta o “Vai e Vem”, um programa tão artificial que nem a apresentadora se empolga, quanto mais o público.
O reflexo desse “prende e solta” são as explosões de libido quase sociopatas que temos visto, onde as mulheres podem nem ter o prazer, mas demonstram e exercem sua liberdade. As mais inteligentes demonstram que pensam e sentem apenas para os mais próximos.

É, o mundo mudou, mudou e voltou pro mesmo lugar. E as diferenças são varridas pra debaixo do tapete  pra tudo continuar bonitinho. Se o “Saia Justa” fosse estrangeiro voltaria no cinema. O Sex And The City tai ai pra provar.
In Botox and Viagra we trust! Mas não na Tv e nem vendendo conceitos.

posted under | 0 Comments

O Rock da Cachorra




Olha só... Não condeno ninguém, mas ultimamente tenho ouvido o “Rock da Cachorra” na minha rádio mental. Conhece a música?
Desculpa, mas pessoas compensam sua solidão adotando animais e não outras pessoas é uma inversão de valores muito estranha. Será que eles acham que todas as crianças do Mundo serão adotadas pela Madona, Angelina Jolie ou por celebridades que as usam para aparecer bem na mídia?
Se bem que tem uma campanha mundial capitaneada pelo Columbo sobre adoção de animais. E o Columbo é um cara que respeito, mesmo discordando de como usa sua imagem.
“Mas você mata animaizinhos”?
Olha... Não!  Apesar de um fanático ter dito por ai que minha mulher e eu não somos boas pessoas e que os lugares “sérios” deveriam correr por suas vidas na menor menção de nossos nomes, não sou “desses”. Muito pelo contrário, tenho seis gatos em casa. Pelo menos três são adotados e sou radicalmente contra a castração, pois quero que dêem a luz a animais sem vícios, que serão criados do meu jeito. Até pelo bem da minha despensa, pois animais criados na rua passaram fome, são desesperados quanto a isso e qualquer demora é sinônimo de refeições da casa perdidas (normalmente estraçalhadas) ou de historias absurdas como a de um gato que a mãe de um amigo meu botou na pressão. A equação bicho mal educado mais dono distraído sempre é igual a uma consciência culpada.  
O que eu não entendo é porque as consciências de quem prefere animais e deixa as crianças apodrecendo por ai sempre sai limpa. Hipocrisia social?
Minha senhora e meu sinhô... To aqui blogando porque blogar é melhor do que roubar, mas se a senhora e o senhor quiserem que seus filhos não sejam roubados (ou algo pior) invistam nas crianças e não nos bichos.
Não estou sancionando o povo que se reproduz que nem coelho mas não tem como sustentar os filho; ou que veem seus filhos como a forma de resgatarem trocados.  Não é isso. O ponto é que o investimento que você faz num animal a vida toda poderia ser revertida em coisas mais egoístas nobres se fosse com humanos...
Algum animal realmente vai cuidar de você depois de velho?  Você vê teu cachorro trocando suas fraldas geriátricas? Não se esqueça de que estamos falando de um animal que nas horas de desespero ainda pode causar mais problemas. Te confundir com o bife que não comeu, por exemplo. Uma das imagens mais assustadoras e repugnantes da minha vida é exatamente o dia que tive de arrombar a porta da “velhinha dos cachorros do apartamento ao lado”, que fedia pra caramba. E os cães continuavam lá lambendo carinhosamente um corpo claramente mastigado.
É assim que você quer que sua amizade termine?
Enquanto isso, o filho adotivo dela chegou e cuidou de todos os procedimentos. Ele tinha viajado para falar com um médico sobre a doença rara da “mãe”.
Se eu realmente puder começar uma campanha na vida, que seja essa: “Troque seu cachorro por uma criança pobre!”. Mas se você realmente puder ter os dois é legal também. Animais são recreativos pra crianças também. 

posted under | 0 Comments

Canal Viva

Estou vendo o canal: “Viva”. Segundo uma conhecida minha, (a irmã dela aparece no canal) foi o canal criado pela Globo para reexibir seus enlatados travestidos de “Cult”.
Tudo bem que ver “Por Amor” e “Quatro por Quatro”, “Sandy e Junior”, “Mais Você” e “Vídeo Show” sucks. Confesso que só gostava de ler as resenhas feitas no “Novelo das Novelas” do jornal “A Notícia”. “Sai de Baixo?” Admito que sou guiado pela curiosidade mórbida, que como a obesidade pode ser reduzida numa daquelas cirurgias que te deixam mais leve. Mas tem coisas que a gente perdeu porque a vida roubou momentos importantes e devolveu pouco (ou nada) em troca. Ou eu simplesmente não deia devida atenção na época por algum tipo de miopia.
Chico Total”, “Comédias da Vida Privada”, “Sexo Frágil” e “Mulher” rocks!
Acho que clássico é tudo aquilo que soube sair de cena no momento certo. Tudo que deixou boas impressões e marcou aquele momento da sua vida. Mesmo aquelas coisas que quando revisitadas fora do contexto viram “trash”.
Se muitas lembranças só valem pela curiosidade, outras permanecem tão atuais que a qualidade de roteiros e da produção supera produções modernas. Todas as séries que citei acima são bons exemplos.  Algumas delas mudaram de nome ao longo dos anos, mas mantiveram os formatos trocando de atores. E ficamos com nostalgia do original, sentindo saudades de nosso primeiro contato com o formato, daquela série que marcou algum momento importante.
Sinto saudades de canais com desenhos animados e seriados que passavam nos anos 60/80. Confesso que eu seria habitue de um canal que investisse nisso. Nem que fosse pra rir do Trash.  E confesso que sem medo de entregar a idade, gostaria de rever material antigo da própria Globo como “Plantão de Polícia”, “Malu Mulher”, “Amizade Colorida” e a verdadeira “A Grande Família”.
E esta é a única vitória do canal “Viva”: Saciar gerações de nostálgicos que tem se sentido órfãos da programação. Não que a leva atual de formatos seja ruim, mas como dizem por ai: “Relembrar é viver”.

posted under | 0 Comments

Smile Modern



Antes que me indiquem um geriatra, vamos de Leah Michelle, a deslumbrada que todos amariam meter  juízo na cabeça dela com uma marreta. Glee Rocks!

posted under | 0 Comments

Smile


SORRIA


Sorria, embora seu coração esteja doendo
Sorria, mesmo que ele esteja partido
Quando há nuvens no céu
Você sobreviverá...

Se você apenas sorri
Com seu medo e tristeza
Sorria e talvez amanhã

Você descobrirá que a vida ainda vale a pena se você apenas...

Ilumine sua face com alegria
Esconda todo rastro de tristeza
Embora uma lágrima possa estar tão próxima
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro?
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas...

Chorus

Se você sorri
Com seu medo e tristeza
Sorriso e talvez amanhã
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir...

Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir

posted under | 0 Comments

O sentido da piada.

Peço desculpas aos fãs de “Zorra Total” e de “A Praça é Nossa”, mas o humor deles só tem servido para preencher obituários.
Nos condicionamos a um riso mecânico e eu me recuso a seguir esse padrão. Sempre que achar algo no meu texto mais ofensivo, me pergunte. Mas antes, respire e pense no que eu realmente quis dizer naquele momento.
Penso como os Ingleses, que no meio do caos são sarcásticos e irônicos. Não coloco um nariz vermelho para te fazer rir e muitas vezes, se você ler com preconceito vai perder a piada. Me leia sem preconceito e se divirta. Ou reflita.
Se você não está pronto para isso, bem... Seu lugar não é aqui. Sorry.
Ah, claro... Sei falar sério quando me convém, mas não levo nada TÃO a sério. Seja a vida ou a mim mesmo. Quando nos levamos a sério demais beiramos o ridículo.
Você não sabe, mas entre o amargor e você, a única pessoa que sorri é o médico.
Claro, também vou escrever umas coisas inteligentes de vez em quando pra você poder me indicar pros amigos. (risos)

posted under | 0 Comments

Another brick in the wall 2

Para quem gosta de provas fotográficas.

posted under | 0 Comments

Another brick in the wall


Os marqueteiros deveriam aprender com a África do Sul. Os caras aproveitaram todas as brechas possíveis para falar da pobreza. Pena que na Copa brasileira vamos “pagar pau” pros poderosos.

Cara é vergonhoso atravessar a linha vermelha e ver aquelas plaquinhas de acrílico com neguinho sorrindo que botaram pra cobrir as favelas. Aquela muralha é pro estrangeiro ficar se perguntando qual das duas imagens é real?
É feio? Faz alguma coisa e muda!
Já que todos andam socialmente culpados e querem voltar pro útero da “Mama África” (ou para um estereótipo conveniente dela), deveriam aprender com essa Copa.  Se for pra mudar, vamos falar do que incomoda. Quem quer acabar com as favelas e com a pobreza não faz murinho, faz é campanha pra melhorar a vida desse povo e os transfere para lugares melhores.
Ta cheio de lugar pra isso, mas não fazem nada. Os pobres sempre serão úteis para os demagogos de plantão que querem se candidatar falando de sua suposta ligação com o povo, mas que no fim do dia voltam pra seus ambientes regados a Uísque e mulheres brancas onde favelados e negros são convenientemente relegados à cozinha, portaria ou alguma cota de fetiche sexual.
Nunca vamos nos tornar um país de gente grande se continuar buscando soluções de jardim de infância.

posted under | 0 Comments

Qual a mensagem que você quer passar; e para que meio?
É uma pergunta ingênua? Reflita sobre isso e me responda se não é verdade que  todo oprimido se torna o novo opressor.
Se  sua voz esteve calada por muito tempo, periga você querer  falar  mais do que o necessário.  E de uma maneira datada. Conhecem a parábola do furo na represa? Mas isso dá pra controlar. 
Nas minhas andanças tenho visto  todas as classes de ex-oprimidos se rebelando e sufocando a todos no momento errado.
Gente, no século XXI Tudo muda, inclusive as represas. Não importa de onde você veio, mas para onde você vai. Insistir demais  num gueto vai te tornar datado num tempo em que  todos os conceitos estão se misturando e  se transformando.
Que tal abraçar o novo e deixar todos os recalques culturais  e sociais pra trás? Seu mundo morreu e virou uma lembrança ruim? O dos seus  filhos pode ser  diferente.
Que tal dar a eles a oportunidade de absorver o que há de melhor neste leque multicultural que você mal  compreende e se defende pelo mesmo  preconceito que sofreu?
Dê uma chance ao mundo e ele te retribuirá. 

posted under | 0 Comments

Abrir serviços

Gente, só pra “abrir os serviços”.  Meu nome é Alexandre D’Assumpção e você - a partir de agora – está no “Sumpa Sabe”, um blog sobre o nada feito por um roteirista multimídia frustrado e mal pago que tem quase todas as neuroses urbanas, é extremamente antissocial, não tem interesse em ser simpático, mas que mantém amizades de longa data.
A proposta do blog é ser um exercício de estilo. Se você não escreve enferruja e se é pra escrever de graça escrevo pra mim mesmo sobre coisas que eu curto, penso e até discordo.
Se você concordar comigo e quiser discutir sobre os assuntos pode me mandar um mail. Agora, se não concorda... Me dá teu endereço que eu e uns amigos vamos te enfiar um pouco de razão nas ideias.

posted under | 0 Comments
Postagens mais recentes Página inicial

    About Me

    Minha foto

    Sou Alexandre D’Assumpção. Roteirista, letrista, escritor, fotografo, professor de roteiros para quadrinhos TV e Cinema e Podcaster. Quando ninguém está olhando ainda brinco de assistente de direção e locutor amador.  Por motivos nada nostálgicos, evito a frase: Pau pra toda obra, mas o conceito me serve.

    Participei de fanzines de 1988 a 2000 (O Covil e Ponto de Fuga foram os mais constantes, mas já fiz outros). Quando resolvi seguir carreira solo acabei sendo Ghost Writer de vários projetos que infelizmente nunca poderei divulgar. Atuei como revisor de narrativa e tradutor de outros e ainda me envolvi com o Estúdio Tony Carson, um dos primeiros a negociar artistas nacionais para a Europa. O sonho do álbum belga não deu muito certo, mas esta miséria teve muitas companhias. Muitos da nossa geração caíram nessa.  Em 1998 publiquei crônicas no jornal online B Connection. Em 2001, as crônicas se tornaram um blog que foi descontinuado em 2008. Sou inquieto e queria novos desafios.

     Em 1999, produzi o livro independente Lilith. Entre 2007/8 redigi editorias motivacionais para o Jornal do Comércio de Itaperuna.  Kátia Libório, minha parceira na música O Rosa Oculto, era uma das donas.  Sou um membro errante do movimento multimídia Multiverso e escrevi a música Cânhamo, que foi gravada por Chico Mallagucchi. De 2002-2006, desenvolvi vários conceitos e roteiros para o personagem The Scarab do desenhista Stefanni Renée que seria negociado com editoras do exterior. Em 2007/8 fui roteirista de duas histórias curtas da Zona Zen de Nestablo Ramos Neto, além de ter feito o roteiro de uma das duas partes do encontro de Crazy Mary de Alessandro Scrigolli com o Escorpião de Prata de Eloyr Pacheco.  Em 2013 repeti a parceria com Nestablo no álbum Histórias da Bíblia – Adão e Eva. Desde 2014 ministro a Oficina de HQ Digital no Colégio Minas Gerais e participo do Coletivo NCT – NOVOS CLÁSSICOS DO TERROR. Em 2015 entrei para o coletivo Casa do Medo e comecei a dar aulas de roteiro no IP Studio.  Como membro da Casa do Medo participei do projeto Paixão de Ler da Prefeitura do Rio de Janeiro e fui um os contistas do livro Rio: Cidade do Terror e do Medo, publicado pela editora Guardião. Além disso, sou um dos redatores do site Impulso HQ e ofereço projetos de oficinas pela minha empresa, a Iniciativa Gambate.

     A verdade é que independente dos dissabores que me levaram a tentar os famosos trabalhos de adulto, a cultura Pop é a mais sedutora de todas as putas. Sempre há histórias que precisam ser contadas. E é quando ela me puxa de volta ao seu mundo.  Feliz ou infelizmente, estou mais velho e seletivo quanto aos projetos. Prefiro os pagos, mas aceito propostas interessantes, diferentes e desafiadoras. Sou um contador de histórias e participo daquilo que tiver afinidade.  Não compro lutas, principalmente as que não me levarem pra frente.  Discursos ideológicos, filosóficos ou de vítima saíram de moda com a queda da ditadura.  Sou um homem com mais quarenta vivendo perto do fim da segunda década dos anos 2000 e minha prioridade é pagar as contas.

    Bem, este sou eu. Quem é você?

Este é o Sumpa sabe. Não quero ser seu amigo, só que você leia e pense. Se algo do que eu digo te incomodar o problema é seu, você veio porque quis. Agora, se as idéias te tocarem... Podemos conversar a respeito.

Ads Banner

Labels

Categories

Sumpa... Chat?

Followers


Recent Comments