Programas de culinária. Se você tem mulher e TV a cabo acaba sendo sugado para esses programas. Se como eu você foi sugado e gostou… Recomendo eutanásia. Peguei a Via Embratel (Vamos fazer jabá e ganhar desconto) e depois de ter descoberto que ela era uma “TV para os possuidores de parabólica”, me vi privado dos canais de seriado. Olha, desculpa… Mas se você me disser que paga caro pra poder ver bichinhos copulando e futebol… Vou ai e faço o serviço eu mesmo. Se bem que da mesma maneira que os filmes de ação são a desculpa que o portador de DDA tem pra ir ao cinema, o futebol e os noticiários dão aos portadores de Alzenheimer o mesmo direito. No cabo, todas as noticias são repetidas ad infinitum. E em dias que nada acontece, mais ainda. Sem seriados, filmes, e sacanagem… (não, sacanagem é não ter) Só me restam os programas para mulheres do sexo feminino. Ainda existem? E assim passei meu domingo entre o usuário e o traficante. Jaime Oliver, com seu jardinzinho plantando e colhendo ervinhas provavelmente já foi cliente do Chef Gavin. Super Simple! Não sei o que é mais doido… Ver aquele loirinho no meio do transe (vendo fadinhas), preparando a comidinha da larica dele com todo o carinho e delicadeza ou o “Gangsta Chef” que vira e me manda dizer pra minha namorada arrumar a mesa. E toda hora o cara lembrava que macho fazia cozinha sim, mas que metia a vadia pra trabalhar, que não tinha tempo a perder no fogão, mas que depois ela daria um agradinho. Só faltou o dente de ouro e a trilha sonora do 50 cents. São dois bons cozinheiros. São pratos ótimos. Simples mesmo. Mas o choque de abordagens chega a ser agressivo e espaçado por uma inserção de anúncios locais que dura apenas três minutos. Te dá um amargo na garganta. É um soco no estômago. Talvez esta seja a verdadeira revolução na cozinha e não a versão do Oliver dos seis Graus de Separação. Num de seus programas, ele está fazendo um teste com a capacidade de alcance das suas receitas. Num curso, ele ensina a seis pessoas que passarão para outras em progressão geométrica e/ou aritimética. Serão estes os novos clientes de Gavin? Não me espantaria se um carro preto blindado com “Sper Smple” escrito na placa fosse avistado no local.

Recomendo Milanta Plus aos que - como eu - sofrem de úlcera, mas amam boas receitas e/ou programas de humor travestidos de uma absurda seriedade.

 

Conheça "Bruno"

Author: Sumpa





Digite o mês, o dia e o ano de seu nascimento. Se você for maior de idade, assistirá ao trailer proibido de Brüno, novo documentário debochado para os cinemas criado, escrito e protagonizado pelo comediante Sacha Baron Cohen, o mesmo de Borat.

Brüno é um repórter homossexual da Gay TV, fictícia emissora de televisão austríaca. Assim como seu colega do Cazaquistão, ele não tem limites para constranger seus entrevistados.

No filme, Sacha Baron Cohen promete debochar de temas como moda, racismo, religião e sexo.

Antes mesmo do lançamento, Brüno já causou polêmica nos Estados Unidos. A Motion Picture Association of America, órgão responsável pela censura nos cinemas norte-americanos, estabeleceu classificação indicativa NC-17 para o filme, que significa impróprio para menores de 18 anos. Com esta decisão, a produção anunciou uma reedição para fugir da alta censura. As cenas cortadas serão oferecidas como material extra no DVD.

Assim como Borat, Brüno nasceu em Da Ali G Show, programa de humor produzido pelo HBO entre 2003 e 2004.

 



Causa para quem é de causa...

Temos protetores dos bichos, dos pedaços de terra e até das bichas...

Mas quem protege o homem comum?

Essas fotos foram tiradas no Palácio do Catete por volta de meio dia da última sexta. (tem a data)

Não seria um bom momento da classe média ociosa parar de se preocupar com causas frívolas pra ficar “bem na fita”?



 

Author: Sumpa
 

Maisa é um estouro...

Author: Sumpa
 

Author: Sumpa

O pior é que realmente tem tarado pra tudo...

 



Coisa ridícula com cara de lixo anos 80.

 

Akira Americano

Author: Sumpa



Depois do Italian Spiderman... Akira Americano? Jesus!

 

Sai, mas volto já... Deixe o seu recado. Ligarei quando voltar.

Lindinho isso, né? Eu tive uma cópia disso. O Maurício pereira comercializou nos anos 90 umas mensagens de secretária eletrônica bem bacaninhas.
Direto do túnel do tempo. A vida imita a arte, sabia?

To de férias, mas voltei só pra pagar uma pendência do Mendes: As oito coisas que eu queria fazer antes de morrer. Oito coisas que viraram sete, mas vamulá...

Uma delas, que perdeu o lugar, seria re-encontrar a Simone. Hoje, ela está aqui e posso morrer amanhã. Jura?

Oito coisas... Eram nove, viraram sete, mas acabam sendo oito.

Treco 8 – Paz de espírito. Quem me conhece sabe muito bem que vivo numa guerra constante tentando organizar a zona não só de gente morta como de gente viva. E agora, que consegui de volta minha casa, ainda consegui uns vizinhos que entraram pro meu Hit parade. Toma-lhe stress tabs.

Treco 7 – Viajar pra Europa. Ta, já fiz isso, mas... Voltar a ganhar o mundo é uma beleza. Preciso disso e confesso que a “Irmã Selma” ta certa: Relaxa! E confesso que estou de saco cheio do Brasil. Em algum momento, vou pegar a única parte dele que realmente me interessa e sair de cena.

Treco 6 – Resolver todos os meus assuntos pendentes e dar meus préstimos finais aos mortos. É engraçado dizer isso, mas deixar os mortos morrerem é legal e ainda dá pra transmutar seus problemas em soluções pra minha vida.

Treco 5 – Readquirir todos os quadrinhos que a mãe do Gabriel roubou e os que o incêndio queimou. O deus do TPB é bem simpático... O dinheiro é que não deixa.

Treco 4 – Contar uma boa história. Sou roteirista e quero ter algo que realmente me permita ser lembrado. É uma neurose pessoal.

Treco 3 – Construir num terreno que quase perdi. Você precisa quase perder algo para dar o devido valor.

Treco 2 – Terminar alguma faculdade ou algo que comecei. Para quem realmente me conhece, meia palavra basta.

Treco 1 – Viver o ideal romântico de um casamento com quem realmente me é caro. Pessoas como eu Morrem sozinhas e são achadas apodrecidas num quarto/banheiro por faxineiros que ainda nos roubam os pertences. Gostaria de estar com a Simone até o final da vida. Sempre foi a única mulher que quis na vida mesmo...

E o plus 1 – Me entender futuramente com algum filho meu. O Gabriel ou o que eu e a Nonnie venhamos a ter, por exemplo. Na minha gestão dos Assumpção, gostaria de organizar o conceito de família que as gerações anteriores não tiveram.

Oito coisas simples. A vida não precisa ser difícil.

 

Author: Sumpa

Semana passada, minha amiga dormiu aqui. Uma vitória, um prazer... Algo mais. Uma noite calma, a outra atarefada. E meus dias têm sido assim enquanto alterno endereços.
Quando a casa vazia é sinônimo de novidades, vale a pena...
Vejo a chuva correr, mas minha visão é interrompida depois de um ponto. O terreno vai além do que os olhos alcançam.
Chove chuva... Chove sem parar.
Dizem que a chuva limpa tudo e este é um ano que certamente vai ser desfeito e descerá pelos bueiros. Mas foi um ano bom... Agitado como todo ano deve ser, cheio de situações como todo ano deve ser. Um ano conclusivo como um ano meu deve ser. Um ano divertido e movimentado cheio de pessoas e situações entrando e saindo tão rápido que nem entediaram...
21 anos, 10 anos... Ciclos sendo fechados das maneiras mais interessantes e absurdas. Em algum momento eu deixei de me importar com o que veio e me indagar acerca do que vem. Uma calmaria? Falsa calmaria? Outra tempestade?
Este foi o ano da série em que os coadjuvantes foram remexidos. Elementos de diferentes temporadas voltaram e deram sua contribuição ao endgame. E nenhuma das fórmulas antigas funciona mais.
O ano da quebra de todos os “pré-conceitos” pessoais. Se muitas coisas não deram certo, certamente foi porque elas não tinham de dar ou por minha causa. Não por determinados arquétipos... É um alívio. Como é um alívio saber que as pessoas de diferentes situações podem ser interessantes ou não. São só pessoas com todas as suas limitações e vantagens. Como eu.
Não ter nada é libertador. Já disse isso? Não saber nada é ainda mais.
Um brinde a todos que se foram, aos que voltaram e aos que estão entrando.

 
 
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