O Rock da Cachorra




Olha só... Não condeno ninguém, mas ultimamente tenho ouvido o “Rock da Cachorra” na minha rádio mental. Conhece a música?
Desculpa, mas pessoas compensam sua solidão adotando animais e não outras pessoas é uma inversão de valores muito estranha. Será que eles acham que todas as crianças do Mundo serão adotadas pela Madona, Angelina Jolie ou por celebridades que as usam para aparecer bem na mídia?
Se bem que tem uma campanha mundial capitaneada pelo Columbo sobre adoção de animais. E o Columbo é um cara que respeito, mesmo discordando de como usa sua imagem.
“Mas você mata animaizinhos”?
Olha... Não!  Apesar de um fanático ter dito por ai que minha mulher e eu não somos boas pessoas e que os lugares “sérios” deveriam correr por suas vidas na menor menção de nossos nomes, não sou “desses”. Muito pelo contrário, tenho seis gatos em casa. Pelo menos três são adotados e sou radicalmente contra a castração, pois quero que dêem a luz a animais sem vícios, que serão criados do meu jeito. Até pelo bem da minha despensa, pois animais criados na rua passaram fome, são desesperados quanto a isso e qualquer demora é sinônimo de refeições da casa perdidas (normalmente estraçalhadas) ou de historias absurdas como a de um gato que a mãe de um amigo meu botou na pressão. A equação bicho mal educado mais dono distraído sempre é igual a uma consciência culpada.  
O que eu não entendo é porque as consciências de quem prefere animais e deixa as crianças apodrecendo por ai sempre sai limpa. Hipocrisia social?
Minha senhora e meu sinhô... To aqui blogando porque blogar é melhor do que roubar, mas se a senhora e o senhor quiserem que seus filhos não sejam roubados (ou algo pior) invistam nas crianças e não nos bichos.
Não estou sancionando o povo que se reproduz que nem coelho mas não tem como sustentar os filho; ou que veem seus filhos como a forma de resgatarem trocados.  Não é isso. O ponto é que o investimento que você faz num animal a vida toda poderia ser revertida em coisas mais egoístas nobres se fosse com humanos...
Algum animal realmente vai cuidar de você depois de velho?  Você vê teu cachorro trocando suas fraldas geriátricas? Não se esqueça de que estamos falando de um animal que nas horas de desespero ainda pode causar mais problemas. Te confundir com o bife que não comeu, por exemplo. Uma das imagens mais assustadoras e repugnantes da minha vida é exatamente o dia que tive de arrombar a porta da “velhinha dos cachorros do apartamento ao lado”, que fedia pra caramba. E os cães continuavam lá lambendo carinhosamente um corpo claramente mastigado.
É assim que você quer que sua amizade termine?
Enquanto isso, o filho adotivo dela chegou e cuidou de todos os procedimentos. Ele tinha viajado para falar com um médico sobre a doença rara da “mãe”.
Se eu realmente puder começar uma campanha na vida, que seja essa: “Troque seu cachorro por uma criança pobre!”. Mas se você realmente puder ter os dois é legal também. Animais são recreativos pra crianças também. 

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Canal Viva

Estou vendo o canal: “Viva”. Segundo uma conhecida minha, (a irmã dela aparece no canal) foi o canal criado pela Globo para reexibir seus enlatados travestidos de “Cult”.
Tudo bem que ver “Por Amor” e “Quatro por Quatro”, “Sandy e Junior”, “Mais Você” e “Vídeo Show” sucks. Confesso que só gostava de ler as resenhas feitas no “Novelo das Novelas” do jornal “A Notícia”. “Sai de Baixo?” Admito que sou guiado pela curiosidade mórbida, que como a obesidade pode ser reduzida numa daquelas cirurgias que te deixam mais leve. Mas tem coisas que a gente perdeu porque a vida roubou momentos importantes e devolveu pouco (ou nada) em troca. Ou eu simplesmente não deia devida atenção na época por algum tipo de miopia.
Chico Total”, “Comédias da Vida Privada”, “Sexo Frágil” e “Mulher” rocks!
Acho que clássico é tudo aquilo que soube sair de cena no momento certo. Tudo que deixou boas impressões e marcou aquele momento da sua vida. Mesmo aquelas coisas que quando revisitadas fora do contexto viram “trash”.
Se muitas lembranças só valem pela curiosidade, outras permanecem tão atuais que a qualidade de roteiros e da produção supera produções modernas. Todas as séries que citei acima são bons exemplos.  Algumas delas mudaram de nome ao longo dos anos, mas mantiveram os formatos trocando de atores. E ficamos com nostalgia do original, sentindo saudades de nosso primeiro contato com o formato, daquela série que marcou algum momento importante.
Sinto saudades de canais com desenhos animados e seriados que passavam nos anos 60/80. Confesso que eu seria habitue de um canal que investisse nisso. Nem que fosse pra rir do Trash.  E confesso que sem medo de entregar a idade, gostaria de rever material antigo da própria Globo como “Plantão de Polícia”, “Malu Mulher”, “Amizade Colorida” e a verdadeira “A Grande Família”.
E esta é a única vitória do canal “Viva”: Saciar gerações de nostálgicos que tem se sentido órfãos da programação. Não que a leva atual de formatos seja ruim, mas como dizem por ai: “Relembrar é viver”.

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Smile Modern



Antes que me indiquem um geriatra, vamos de Leah Michelle, a deslumbrada que todos amariam meter  juízo na cabeça dela com uma marreta. Glee Rocks!

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Smile


SORRIA


Sorria, embora seu coração esteja doendo
Sorria, mesmo que ele esteja partido
Quando há nuvens no céu
Você sobreviverá...

Se você apenas sorri
Com seu medo e tristeza
Sorria e talvez amanhã

Você descobrirá que a vida ainda vale a pena se você apenas...

Ilumine sua face com alegria
Esconda todo rastro de tristeza
Embora uma lágrima possa estar tão próxima
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro?
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas...

Chorus

Se você sorri
Com seu medo e tristeza
Sorriso e talvez amanhã
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir...

Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir

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O sentido da piada.

Peço desculpas aos fãs de “Zorra Total” e de “A Praça é Nossa”, mas o humor deles só tem servido para preencher obituários.
Nos condicionamos a um riso mecânico e eu me recuso a seguir esse padrão. Sempre que achar algo no meu texto mais ofensivo, me pergunte. Mas antes, respire e pense no que eu realmente quis dizer naquele momento.
Penso como os Ingleses, que no meio do caos são sarcásticos e irônicos. Não coloco um nariz vermelho para te fazer rir e muitas vezes, se você ler com preconceito vai perder a piada. Me leia sem preconceito e se divirta. Ou reflita.
Se você não está pronto para isso, bem... Seu lugar não é aqui. Sorry.
Ah, claro... Sei falar sério quando me convém, mas não levo nada TÃO a sério. Seja a vida ou a mim mesmo. Quando nos levamos a sério demais beiramos o ridículo.
Você não sabe, mas entre o amargor e você, a única pessoa que sorri é o médico.
Claro, também vou escrever umas coisas inteligentes de vez em quando pra você poder me indicar pros amigos. (risos)

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Another brick in the wall 2

Para quem gosta de provas fotográficas.

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Another brick in the wall


Os marqueteiros deveriam aprender com a África do Sul. Os caras aproveitaram todas as brechas possíveis para falar da pobreza. Pena que na Copa brasileira vamos “pagar pau” pros poderosos.

Cara é vergonhoso atravessar a linha vermelha e ver aquelas plaquinhas de acrílico com neguinho sorrindo que botaram pra cobrir as favelas. Aquela muralha é pro estrangeiro ficar se perguntando qual das duas imagens é real?
É feio? Faz alguma coisa e muda!
Já que todos andam socialmente culpados e querem voltar pro útero da “Mama África” (ou para um estereótipo conveniente dela), deveriam aprender com essa Copa.  Se for pra mudar, vamos falar do que incomoda. Quem quer acabar com as favelas e com a pobreza não faz murinho, faz é campanha pra melhorar a vida desse povo e os transfere para lugares melhores.
Ta cheio de lugar pra isso, mas não fazem nada. Os pobres sempre serão úteis para os demagogos de plantão que querem se candidatar falando de sua suposta ligação com o povo, mas que no fim do dia voltam pra seus ambientes regados a Uísque e mulheres brancas onde favelados e negros são convenientemente relegados à cozinha, portaria ou alguma cota de fetiche sexual.
Nunca vamos nos tornar um país de gente grande se continuar buscando soluções de jardim de infância.

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