O Rock da Cachorra
Antes que me indiquem um geriatra, vamos de Leah Michelle, a deslumbrada que todos amariam meter juízo na cabeça dela com uma marreta. Glee Rocks!
Peço desculpas aos fãs de “Zorra Total” e de “A Praça é Nossa”, mas o humor deles só tem servido para preencher obituários.
Nos condicionamos a um riso mecânico e eu me recuso a seguir esse padrão. Sempre que achar algo no meu texto mais ofensivo, me pergunte. Mas antes, respire e pense no que eu realmente quis dizer naquele momento.
Penso como os Ingleses, que no meio do caos são sarcásticos e irônicos. Não coloco um nariz vermelho para te fazer rir e muitas vezes, se você ler com preconceito vai perder a piada. Me leia sem preconceito e se divirta. Ou reflita.
Se você não está pronto para isso, bem... Seu lugar não é aqui. Sorry.
Ah, claro... Sei falar sério quando me convém, mas não levo nada TÃO a sério. Seja a vida ou a mim mesmo. Quando nos levamos a sério demais beiramos o ridículo.
Você não sabe, mas entre o amargor e você, a única pessoa que sorri é o médico.
Claro, também vou escrever umas coisas inteligentes de vez em quando pra você poder me indicar pros amigos. (risos)
Os marqueteiros deveriam aprender com a África do Sul. Os caras aproveitaram todas as brechas possíveis para falar da pobreza. Pena que na Copa brasileira vamos “pagar pau” pros poderosos.
Já que todos andam socialmente culpados e querem voltar pro útero da “Mama África” (ou para um estereótipo conveniente dela), deveriam aprender com essa Copa. Se for pra mudar, vamos falar do que incomoda. Quem quer acabar com as favelas e com a pobreza não faz murinho, faz é campanha pra melhorar a vida desse povo e os transfere para lugares melhores.
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